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domingo, 14 de fevereiro de 2010
sábado, 13 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Inclusão de alunos com multideficiência
A inclusão de alunos com multideficiência
A inclusão das crianças com características multideficientes numa turma dita “normal” representa um desafio para muitos professores que intervêm junto delas, uma vez que lhes exige um trabalho redobrado e uma actualização constante dos seus conhecimentos.
Devido aos problemas de mobilidade e vitalidade física, alguns desses jovens permanecem presos ao lar e precisam receber alguma instrução especial em casa, por telefone ou através de professores visitantes que lhes levam as lições. Entretanto, a maioria dessas crianças é capaz de frequentar a escola em base consideravelmente regular.
Os problemas que a escola pode ter na adaptação do programa para essas crianças estão relacionados à vitalidade física, mobilidade de cada criança, somados aos seus próprios sentimentos a respeito de si mesmo e da sua deficiência, conforme vistos através de normas de comportamentais e sociais das crianças de sua própria idade.
Além das modificações necessárias no ambiente físico em geral, o professor precisará de numerosos equipamentos e recursos para a aprendizagem. Todos esses equipamentos têm objectivos especiais como por exemplo: cavaletes para livros para crianças que não conseguem segurá-los.
O equipamento especial é em geral obtido somente quando há necessidade específica para isso, pois é só um auxiliar e tem que ser seleccionado com base na necessidade individual e não na do grupo.
Devido à natureza heterogénea desse grupo de crianças e devido à grande variedade de adaptações necessárias para capacidades e realizações variadas, a maior parte do trabalho é individualizado.
É de grande importância a atitude do professor em relação à personalidade de cada criança. Ele precisa não somente compreender os problemas físicos e as suas exigências, mas também, ajudar a motivar a criança que está deprimida e tem comportamento retraído, amenizar os acessos de raiva que às vezes acompanham a frustração e, de um modo geral, promover o ajustamento pessoal e emocional das crianças.
A inclusão das crianças com características multideficientes numa turma dita “normal” representa um desafio para muitos professores que intervêm junto delas, uma vez que lhes exige um trabalho redobrado e uma actualização constante dos seus conhecimentos.
Devido aos problemas de mobilidade e vitalidade física, alguns desses jovens permanecem presos ao lar e precisam receber alguma instrução especial em casa, por telefone ou através de professores visitantes que lhes levam as lições. Entretanto, a maioria dessas crianças é capaz de frequentar a escola em base consideravelmente regular.
Os problemas que a escola pode ter na adaptação do programa para essas crianças estão relacionados à vitalidade física, mobilidade de cada criança, somados aos seus próprios sentimentos a respeito de si mesmo e da sua deficiência, conforme vistos através de normas de comportamentais e sociais das crianças de sua própria idade.
Além das modificações necessárias no ambiente físico em geral, o professor precisará de numerosos equipamentos e recursos para a aprendizagem. Todos esses equipamentos têm objectivos especiais como por exemplo: cavaletes para livros para crianças que não conseguem segurá-los.
O equipamento especial é em geral obtido somente quando há necessidade específica para isso, pois é só um auxiliar e tem que ser seleccionado com base na necessidade individual e não na do grupo.
Devido à natureza heterogénea desse grupo de crianças e devido à grande variedade de adaptações necessárias para capacidades e realizações variadas, a maior parte do trabalho é individualizado.
É de grande importância a atitude do professor em relação à personalidade de cada criança. Ele precisa não somente compreender os problemas físicos e as suas exigências, mas também, ajudar a motivar a criança que está deprimida e tem comportamento retraído, amenizar os acessos de raiva que às vezes acompanham a frustração e, de um modo geral, promover o ajustamento pessoal e emocional das crianças.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Até onde poderei sonhar
Grande reportagem da SIC: após uma introdução inicial com uma demonstração da luta contra a incapacidade; inclui opiniões médicas como a do Neuropediatra Luís Borges, a opinião de uma jovem com paralisia cerebral finalista do mestrado em Comunicação e Informação (como fala e escreve) explicações médicas das possíveis causas da problemática; Entrevista à mãe de uma aluna nossa, a Rita, assim como imagens da escola e da sua festa de aniversário.Vejam AQUI
sábado, 17 de outubro de 2009
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Abrir portas a um milhão

Em Portugal,há um milhão de pessoas "que mal se vêem". O programa que a RTP1 estreou esta semana pretende dar-lhes visibilidade de uma forma positiva,através de actividades radicais.
Vê o video do YOUTUBE Clica AQUI
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Etiquetas:
actividades radicais,
deficiência motora
Acção Qualidade de Vida

Entre 15 de Setembro e 18 de Novembro de 2009 está aberto o período de candidaturas para a Acção Qualidade de Vida, promovida pela Associação Salvador.
A Acção Qualidade de Vida é um processo de candidatura criado pela Associação Salvador para atribuir apoios directos e pontuais a pessoas com deficiência motora cuja integração social possa estar limitada pela falta de meios.
A Acção Qualidade de Vida é um processo de candidatura criado pela Associação Salvador para atribuir apoios directos e pontuais a pessoas com deficiência motora cuja integração social possa estar limitada pela falta de meios.
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